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CINECLUBE – SESSÕES PARA ADULTOS

CINECLUBE – SESSÕES PARA ADULTOS

31/12/1969

19h - 21h

Oi Futuro BH

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O Oi Futuro, em parceria com a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, com o Institut Français e com Belo Minas Accueil apresenta um ciclo de documentário francês dos anos 1950-1960. Uma nova geração de diretores passa a se beneficiar dos progressos de técnicas ligadas a filmagem e adota um pensamento crítico dentro de suas produções, retratando debates engajados sobre a própria sociedade e movimentos sociais.
 
Dia 4:
“Crônica de um Verão” – Jean Rouch (1960) – 90 min
Durante o verão de 1960, o sociólogo Edgar Morin e Jean Rouch pesquisam sobre a vida cotidiana dos jovens parisienses para tentar compreender sua concepção de felicidade. Durante alguns meses este filme-ensaio segue, ao mesmo tempo, tal enquete, e também a evolução dos protagonistas principais. Os dois autores se encontram diante de uma experiência apaixonante, o chamado cinéma-vérité, ou seja, cinema-verdade.
 
Dia 11:
“Os Panteras Negras” – Agnès Varda (1968) – 28 min
No verão de 68, os Panteras Negras de Oakland (Califórnia) organizaram vários debates de conscientização em torno do processo de um de seus líderes, Huey Newton. Eles queriam – e conseguiram – chamar a atenção dos americanos e mobilizar as consciências negras, durante esse processo político. Neste sentido, deve-se realmente datar este documento: 1968.
“Saudações, Cubanos! – Agnès Varda (1963) – 30 min
Agnès Varda traz de Cuba mil e oitocentas fotos em preto e branco, e faz com elas um documentário didático e divertido. Fidel e os músicos, socialismo e chá-chá-chá.
“Tio Yanco”, Agnès Varda (1967) – 22 min
“É um retrato-reportagem do pintor Jean Varda, meu tio. Na periferia aquática de São Francisco, centro intelectual e coração da boemia, ele navega com velas latinas e pinta cidades celestes e bizantinas, pois é grego. No entanto, ele é muito ligado ao movimento jovem americano, e recebe hippies na sua casa-barco. Sobre como eu descobri o ‘meu tio da América’ e o quão maravilhoso ele é, é o que mostra este curta-metragem em cores.”Agnès Varda.
 
Dia 18
“As Estátuas Também Morrem”  – Alain Resnais (1953) – 29 min
Um documentário sobre a arte negra torna-se um panfleto anti-colonialista e anti-racista. Neste potente poema, ritmado pelas formas das estátuas africanas e pelo texto de Chris Marker, expõe-se a opressão e a destruição de uma arte e de um povo por outro povo.
 “Noite e Neblina” – Alain Resnais (1955) – 32 min
Um dos mais importantes documentários da história do cinema mundial, o filme tinha como objetivo comemorar o segundo aniversário da libertação dos campos de concentração. Mas o impacto de suas imagens, que ainda hoje assombram a humanidade, e do texto do escritor Jean Cayrol, um ex-prisioneiro do campo de Orianemburgo, suplantaram a sua intenção de memorial dos desaparecidos e transformaram-se num “dispositivo de alerta” contra o nazismo.
 
Dia 25
“O Fundo do Ar é Vermelho” – Chris Marker (1977) – 180 min
As esperanças e as decepções suscitadas pelos movimentos revolucionários de 68 no mundo inteiro. Desde o regime chinês ao cubano, passando pela Primavera de Praga ou os movimentos estudantis e operários franceses, Marker nos relembra constantemente que não se pode simplificar o que nada tem de simples: as manifestações populares, os movimentos da política, os rumos incertos da História e da sociedade.
 
Sábado, 19h | Multiespaço
Entrada franca | Classificação etária: 16 anos
Sujeito à lotação

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