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DEBATE COM LUIZ BRAGA

DEBATE COM LUIZ BRAGA

31/12/1969

00h - 23h

Oi Futuro Flamengo

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Procissões, festas populares e cenas ribeirinhas são alguns dos temas captados pelo renomado fotógrafo documentarista Luiz Braga, um dos nomes escolhidos para representar o Brasil na 53ª Bienal de Veneza, em 2009. Com a lente apontada para os detalhes que compõem a visualidade popular amazônica, Braga percorre o interior do Pará fotografando lugares como Alter do Chão, Marajó, Bragança, Vigia, além de sua Belém.
 
Todas as cores e nuances do acervo do artista poderão ser apreciadas no livro homônimo, Luiz Braga, que a Cobogó lança em novembro com organização do teórico da fotografia Eder Chiodetto e design da artista visual Pinky Wainer. Em edição bilíngue, a obra apresenta 80 imagens, fruto de uma vasta pesquisa visual produzida nos últimos 40 anos.
 
Comm a cabeça e os olhos focados em sua região, Braga é um pesquisador inquieto da cultura local. Seu envolvimento com a câmera se faz de forma afetiva, quase lúdica. “Tenho muito orgulho do lugar onde vivo. Minhas fotografias têm alma, milhares de filmes gastos”, diz o artista, que está presente em importantes coleções, como Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte.
 
A busca pela luz perfeita chama atenção em seu repertório. Nas 232 páginas do livro estão reunidos ângulos incríveis de barcas, procissões, manifestações religiosas, bares, casas e tradições populares. O fotógrafo não aborda apenas a geografia e as referências culturais, mas os trejeitos dos nativos, o brilho das estrelas e o negro-azul do cair da noite e a captação das luzes, tanto naturais quanto artificiais. “Sou muito exigente. Vou dezenas de vezes ao mesmo lugar até conseguir a luz ideal”, explica.
 
Em seu texto de apresentação, o teórico Eder Chiodetto compara as fotos de Luiz Braga à uma crônica. “Não há, na maioria das vezes, na obra de Braga, a necessidade de ter um conjunto robusto de imagens para narrar uma história. Cada uma delas possui vida própria. Cada fotografia, separadamente, emite seu brilho. Somadas, no entanto, formam uma constelação”, destaca Chiodetto.
Sobre a satisfação de ver sua trajetória reunida num livro, Luiz Braga afirma: “Este momento é fruto do amadurecimento do meu trabalho. Hoje me sinto pronto e merecedor de um material tão completo”.
 
Debate com Luiz Braga
19/11, às 19h. 
Espaço Oi Futuro Flamengo
 

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