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Festival Oi Futuro: debates inéditos para pensar e criar novos futuros

15/07/2020

Festival Oi Futuro: debates inéditos para pensar e criar novos futuros

Como será o mundo pós-pandemia? Como seguir em frente diante de tantas incertezas? Como podemos criar novos futuros? Nos dias 23 e 24 de julho, o Festival Oi Futuro vai promover encontros inéditos de grandes nomes brasileiros e estrangeiros que são referência em inovação e tecnologia, trazendo novas visões do futuro a partir da perspectiva da inteligência artificial, da realidade virtual, da diversidade, da ética, da arte e da empatia. O festival é 100% online e gratuito, e as mesas e palestras serão transmitidas em tempo real nos canal do instituto Oi Futuro no YouTube. As inscrições estão abertas:https://oifuturo.org.br/festivaloifuturo/

“Neste momento de grandes transformações, precisamos refletir sobre o futuro que temos pela frente e como podemos torná-lo mais humano, mais diverso e mais inclusivo. Com a criação deste Festival, o Oi Futuro promove um espaço de debate de alto nível para gerar visões propositivas e construtivas, renovar a energia de todos”, diz Suzana Santos, presidente do instituto Oi Futuro.

1º Festival de inovação do Oi Futuro

A história do Festival Oi Futuro nasceu de uma situação adversa: o cancelamento do Festival SXSW, que aconteceria em março de 2020 nos EUA e foi suspenso em função da pandemia da Covid-19. A equipe do Oi Futuro estava de malas prontas para a cidade americana de Austin, onde o SXSW é realizado todos os anos e atrai milhares de participantes de todo o mundo. Lá, o instituto participaria do ciclo SXSW Edu e apresentaria dois cases de inovação em educação, os programas NAVE (Núcleo Avançado em Educação) e Oi Kabum!. “Com o cancelamento do SXSW, decidimos montar o nosso próprio festival de inovação, agora por meio online. Chamamos nossa rede de idealistas, futuristas e fazedores, que se tornou ainda mais ampla e potente, para nos ajudar a navegar nesse novo presente e a conceber juntos novas visões do mundo pós-pandemia”, conta Sara Crosman, diretora executiva do Oi Futuro.

Com o isolamento social preventivo e os efeitos da pandemia em diversas esferas, o projeto ganhou força e tornou-se prioritário para o instituto por possibilitar a conexão com um público amplo e pela articulação em redes.  “Acreditamos que problemas complexos exigem soluções colaborativas e decidimos reunir em um festival pensadores de diversas áreas, para que possam compartilhar seus diferentes pontos de vista, provocar novas perguntas e inspirar novas possibilidades e soluções”, afirma Sara.

Para afinar a programação, o Oi Futuro convidou a dupla Gabriela Agustini e Silvana Bahia, do Olabi, para assinar a curadoria ao lado da equipe do instituto e para fazer a apresentação das mesas. “O momento traz desafios e necessidades de reinvenção. Por isso, focamos em discussões que ampliem as perguntas e apontem para futuros mais inclusivos, criativos e generosos”, diz Gabriela Agustini.

“Não fomos ensinados a lidar com momentos de tanta instabilidade como este, onde a nossa noção de futuro também se embaralha. Nessas horas, o melhor a fazer é desconstruir as previsões e certezas e se abrir para pensar de outras formas, ampliando nosso olhar e percepção do mundo. Esse pode ser um caminho para estabelecer um senso de coletividade para trabalharmos por um futuro melhor”, completa Silvana Bahia.

Programação

Nos dias 23 e 24, quinta e sexta-feira, a partir das 17h, o Festival Oi Futuro vai trazer um time multidisciplinar e internacional de especialistas, reunidos em mesas temáticas, com apresentações e debates. Na mesa de abertura, o executivo Rodrigo Abreu, CEO da Oi, e o futurista Tiago Mattos vão falar sobre os desafios da inovação tecnológica, hiperconexão e novos modelos de experiência.

Entre os especialistas estrangeiros que vão participar das mesas estão: a pesquisadora americana e professora da UCLA Safiya Noble, que vai discutir como os algoritmos podem reforçar a discriminação; a designer e pesquisadora americana Martha Cotton, diretora da Fjord/Accenture e especialista em tendências de consumo; a britânica Tonya Nelson, diretora de Arte, Tecnologia e Inovação do Arts Council England.

Entre os participantes brasileiros estão: o educador Silvio Meira, que estará ao lado de Martha Cotton debatendo novas formas de pensar e aprender no pós-pandemia; o neurocientista Stevens Rehen, da UFRJ, que falará sobre os desafios da ciência, ao lado da pesquisadora de biotecnologia Jaqueline Goes de Jesus, uma das responsáveis pelo sequenciamento genético do novo coronavírus nos primeiros casos na América Latina. A programação também trará Nina Silva, CEO do Movimento Black Money, que discutirá transformação digital e reinvenção cultural ao lado de Tonya Nelson; o empreendedor Paulo Rogério Nunes e a ativista Christiane Silva Pinto, que vão abordar a questão da diversidade para a inovação; o advogado Sergio Branco, do ITS, que estará ao lado de Safiya Noble falando sobre ética e humanidade na inteligência artificial; os pesquisadores Daniela Klaiman e Rodrigo Terra, especializados em realidade virtual, aumentada e mista, que vão discutir o uso de narrativas imersivas para gerar empatia; o curador Marcello Dantas e o executivo Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultura do Oi Futuro, que estarão lado a lado falando sobre como a arte pode nos ajudar a reinventar a realidade daqui para frente. Confira a programação completa:https://oifuturo.org.br/festivaloifuturo/

“Arte, ciência, tecnologia, comunicação, educação, desafios organizacionais levantam perguntas que formam os questionamentos contemporâneos e podem ampliar as nossas referências para construir futuros desejáveis”, diz Gabriela Agustini.

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