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Explore o novo acervo digital do Musehum: fotografias históricas, objetos e documentos inéditos

29/06/2020

Explore o novo acervo digital do Musehum: fotografias históricas, objetos e documentos inéditos

A partir de hoje, cerca de 3.800 itens inéditos de sua coleção, entre fotografias históricas, objetos e documentos, extrapolam nosso espaço físico e passam a ser parte do  Acervo Online Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades

A plataforma foi criada para ampliar o acesso ao acervo para público e pesquisadores, preservar a memória, abrir novas formas de interação com o público para além do espaço físico e provocar novas experiências, com trilhas digitais de visitação. 

A maioria das peças apresentadas no museu digital será vista pela primeira vez pelo público, já que não integram a exposição permanente do Museu das Comunicações e Humanidades, seja por cuidados de preservação ou por suas dimensões, que inviabilizam o transporte e a exibição física. 

Inaugurado no início de 2020, o Musehum, que está temporariamente fechado por causa da pandemia da Covid-19, agora poderá, com o acervo virtual, ser acessado de qualquer lugar, a qualquer hora pelo público de todo o país. “O cenário de isolamento acelerou o processo de digitalização e nos motivou a criar uma experiência online que seja uma expansão da vivência presencial do museu, possibilitando uma visão mais ampla e informativa do acervo”, completa  Roberto, gerente gerente executivo de Cultura do Oi Futuro.

Objetos, fotografias e documentos inéditos

“Nosso acervo tem um grande potencial de conexão com o público e suas memórias afetivas. São objetos do dia a dia que evocam lembranças de infância, histórias familiares, curiosidades, além de contar a história da transformação das cidades, do mundo”, explica Roberto.

O Acervo Digital Musehum faz uso da plataforma Tainacan, certificada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e alinhada com padrões internacionais de classificação e  segurança de acervo. A base disponibilizada visualização dos itens em alta qualidade de digitalização, permitindo a observação de detalhes de cada peça e de dados históricos complementares. O visitante pode navegar pelo catálogo por meio de trilhas digitalizadas – por época, tema, perfil e outros – possibilitando novas experiências a cada visita virtual.

“Disponibilizar acervos de museus online é preservar a cultura e o conhecimento trazido por cada objeto. É fazer a informação chegar ao máximo de pessoas possível. Uma parte significativa da trajetória humana sobre o seu território está depositada em museus pelo mundo, e este legado precisa estar disponível para pesquisas e ressignificações”, diz Bruna Cruz, coordenadora do Musehum e museóloga do Oi Futuro.

Destaques do acervo e curiosidades

Entre os destaques do Acervo digital estão mais de 2 mil fotografias históricas, com imagens de mais de um século, incluindo:

Desenvolvimento urbano, desde a instalação das primeiras linhas telefônicas e telefones públicos;

– O dia a dia em diversas décadas: costumes e comunicação nas cidades;

– Registros das telefonistas, uma das primeiras profissões a favorecer a entrada das mulheres no mercado de trabalho;

– Fotografias autorais, assinadas por Augusto Malta, conhecido como importante cronista visual da vida e da paisagem cariocas na primeira metade do século 20. Entre os itens da coleção, estão registros das reformas do prefeito Pereira Passos e de incêndio na Praça Tiradentes;

Entre os destaques de objetos e documentos, com curiosidades:

Primeira lista telefônica, de 1905, cujos números de telefone catalogados tinham no máximo quatro dígitos;

A evolução do design: Aparelhos de telefone de todas as décadas, desde o modelo “Pé de Ferro”, de 1895, que funcionava a manivela, passando pelo modelo “Castiçal”, que tinha um monofone, e pelos charmosos “JK” e “Bobofone”, ícones das décadas de 1950 e 60;

Tijolão: de 1987, um dos primeiros modelos de telefone celular do mercado brasileiro;

Aparelho de TV com pés palito: de 1950, um dos primeiros modelos a chegar ao Brasil;

Coleção completa da revista Sino Azul: criada nos anos 1920, primeiro house organ do país, com registros curiosos da publicidade da época, matérias jornalísticas e imagens;

Câmeras fotográficas de todas as décadas: o avanço da tecnologia desde 1910 até os dias de hoje;

Telégrafo: primeiro modelo a chegar ao Brasil, na segunda metade do século 19;

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