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Lançamento do livro do Festival Multiplicidade terá bate-papo com BaianaSystem

19/10/2020

Lançamento do livro do Festival Multiplicidade terá bate-papo com BaianaSystem

Na próxima quarta, dia 21 de outubro, acontece o lançamento do livro experiência FESTIVAL
MULTIPLICIDADE – O QUE EU QUERO AINDA NÃO TEM NOME
, com a apresentação on-line de uma instalação de arte digital criada especialmente para o evento a partir da colaboração do público e transmitida pela internet do Centro Cultural Oi Futuro – sede das 15 edições do festival – atualmente fechado para visitação presencial por conta da pandemia.

A programação começa às 19h, no YouTube do Oi Futuro, com um bate-papo on-line do curador e idealizador Batman Zavareze com Russo Passapuso e Filipe Cartaxo, integrantes do BaianaSystem, banda que há um ano abriu o festival com um show num Circo Voador lotado, para 5 mil pessoas. Às 20h, começará a apresentação artística, transmitida nos canais digitais do Festival Multiplicidade, onde o livro estará disponível para download gratuito.

A publicação traz projeto gráfico inovador, que conecta com experiência em realidade aumentada e reúne obras de BaianaSystem, Raul Mourão, Rosa Magalhães, DigitalDubs, Cabelo e outros artistas participantes da 15ª edição do festival.

Com uma tiragem limitada a publicação combina linguagens artísticas diversas e une processos artesanais à tecnologia de ponta, de forma que cada livro é um objeto único. “Depois de 11 livros e um LP publicados pelo Festival Multiplicidade com grandes tiragens e distribuição gratuita, neste ano pandêmico e distópico foi produzido um livro-experiência, acessível a todos pelos meios digitais e com uma série limitada de exemplares impressos, produzidos um a um, como objetos de arte. É uma obra de artes gráficas onde cada exemplar é singular e exclusivo, utilizando técnicas experimentais como o silkscreen ao lado de impressões sofisticadas em papéis com revestimento holográfico. A intenção desse movimento foi olhar para dentro e extrair do triste silêncio da pandemia uma suspensão amorosa e poética”, diz o curador. “Estamos vivendo um período jamais imaginado no campo das artes, e somente ela nos permite imaginar e ressignificar novos futuros, os possíveis e os impossíveis”, completa.

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