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Mês novo, programação nova: Levada e Multiplicidade entram em cartaz em fevereiro

31/01/2022

Mês novo, programação nova: Levada e Multiplicidade entram em cartaz em fevereiro

O Festival Levada chegou a seu décimo ano / Foto: Rogério von Krüger

Fevereiro chegou com tudo ao Centro Cultural Oi Futuro! Já no segundo dia do mês, duas novas atrações fazem sua estreia: o Festival Levada, que comemora dez anos, e o Multiplicidade, que volta às atividades após dois anos de paralisação por conta da pandemia.

O Levada traz ao nosso espaço uma exposição imersiva de vídeos que mostra um pouco da trajetória de uma década do festival. A mostra estreia nesta quinta-feira (3) e fica em cartaz até o dia 3 de abril.

“Durante estes dez anos, tivemos 133 atrações distribuídas em seis palcos da cidade do Rio, resultando em mais de 230 shows, visto que várias das artistas e dos artistas se apresentaram mais de uma vez durante o festival. O que vamos mostrar nesta exposição serão trechos de shows, apresentações, músicas e entrevistas dos artistas que fizeram o Festival Levada ser o que é, depois de 10 anos de realização. Haverá projeções nas quatro paredes da galeria e o público será convidado a mergulhar neste universo da música brasileira”, conclui Julio Zucca.

Além da exposição no Centro Cultural, que tem início nesta quarta-feira, o Levada traz também uma programação online de shows que começou ma última terça-feira (25) e se estende até o dia 16 de fevereiro. Compõem o line-up do festival os artistas Patricia Polayne (25/1), Jonathan Ferr (26/1), Arícia Mess (2/2), Guto Brant (8/2), Luellem de Castro (9/2), Angélica Duarte (15/2) e Carolina Sá (16/2), sempre às 20h30. As transmissões acontecem sempre pelo canal do Levada no YouTube: www.youtube.com/levadafestival.

Multiplicidade chega a sua 17ª edição recheado de atrações

Já a abertura do Festival Multiplicidade 2022_ANO 17 será celebrada com transmissão ao vivo pelas redes sociais do festival no dia 2 de fevereiro. A performance vai gerar uma instalação visual e sonora, que estará disponível aos visitantes do Centro Cultural já no dia 3.

Duas semanas depois, estreia a instalação “Bloom”, de Maotik, que vai ocupar a galeria do quarto andar do prédio entre os dias 16 de fevereiro até o fim do evento, em 03 de abril. A obra interativa, que reage ao movimento e aos gestos do público criando imagens plasticamente impactantes, já rodou diversos países do mundo, como França, Suíça e Itália e Egito, e chega ao Brasil pela primeira vez. Construída como uma arquitetura visual e sonora, a instalação tem um alto processo de criação aleatória de forma que cada interação com Bloom é única e inimitável.

A partir de março, o Festival Multiplicidade 2022_ANO 17 vai abrigar o projeto Amplify DAI (Digital Arts Initiative), uma iniciativa do British Council e Oi Futuro, visando as trocas culturais, através de residências entre artistas identificadas como mulheres de várias nacionalidades, em parceria com o MUTEK (Canadá), Arte Lab (Argentina) e SomersetHouse (Reino Unido), e com os festivais brasileiros, Novas Frequências e Amazônia Mapping selecionados juntos ao Multiplicidade. O projeto, que chega ao Brasil pela primeira vez, vai ter o Multiplicidade como um dos parceiros, promovendo as residências artísticas entre duas duplas escolhidas pelo festival:  a artista visual Heather Lander (Reino Unido); a artista sonora Erika Alves (BR); a artista sonora Robin Buckley ou rkss (Reino Unido); e a artista visual VJ Grazzi (BR).

A obra audiovisual inédita resultante desses encontros vai ser exibida virtualmente e replicada no Oi Futuro, junto à apresentação dos resultados das outras parcerias do projeto Amplify DAI. O momento final conta também com um debate sobre o papel feminino na (re)criação artística em um mundo pós pandêmico, com diversas convidadas, entre artistas, produtoras, técnicas e curadoras. O evento será sonorizado pela DJ e produtora Marta Supernova.

Além do Amplify DAI, o Multiplicidade traz, em mais uma cooperação com o Instituto Cultural da Dinamarca, a obra audiovisual inédita “Unite”, do músico dinamarquês Rumpistol. Acompanhado do seu quarteto e do artista visual Marius Nielsen, com sua sonoridade pastoral e seus hipnóticos visuais, Rumpistol propõe um momento de pausa e reflexão sobre a condição humana, após o próprio ter sofrido um “burnout”.

 A ocupação do centro cultural pelo Festival Multiplicidade 2022_ANO 17 vai se estender igualmente ao teatro do prédio no Flamengo, com uma série de “instalações #tbts”, relembrando momentos marcantes da trajetória do evento, como o vinil “Barulho”, a performance “Blind date” de Naná Vasconcelos, na qual ele anteviu o apagão do Brasil, a série MULTIPLICIDADE no Canal Brasil que atingiu mais de 1 milhão de pessoas, os 11 livros editados ao longo desses 17 anos e a desafiadora performance “Máquina – Parte I”, de Gabriela Mureb, realizada em 2017.

 Já o térreo do prédio do Oi Futuro vai receber “Sensing knife”, uma experiência de realidade aumentada e espacialização sonora, desenvolvida por artistas-cientistas da Universidade Humboldt – Berlin, e uma apresentação do projeto Nine Earth, em parceria com British Council, desenvolvido para a COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) para discutir a sustentabilidade dos consumos em diferentes territórios do mundo.

O Festival Multiplicidade 2021 fez uma homenagem ao Museu Nacional

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