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A potência feminina transforma realidades

08/03/2022

A potência feminina transforma realidades

Amanda Sarmento, Maira Gouveia, Kenya20Hz, Jade Rainho, Thays Silva e Juliana Souza são algumas das mulheres apoiadas pelo Oi Futuro que transformam realidades

No Oi Futuro, acreditamos e investimos há muito tempo no potencial feminino para transformar realidades. Desde a sua criação, há 20 anos, o instituto estimula e promove o protagonismo das mulheres em suas iniciativas, editais e programas, com foco na redução da desigualdade de gênero no mundo das artes, da cultura, do empreendedorismo e dos negócios sociais. A Agenda 2030 proposta pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que estabeleceu a igualdade de gênero como um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em 2015, reforçou ainda mais esse nosso compromisso.

Ao longo desse tempo, a partir de festivais, exposições, mentorias, capacitações, nas salas de aula e em nosso time de colaboradores, construímos coletivamente espaços com as mulheres para que elas se desenvolvam, fortaleçam mutuamente e formem redes colaborativas. O Mentoria para Mulheres, o Arte Sônica Amplificada – ASAe o Festival MANA são exemplos de projetos realizados com elas, por elas e para elas. O instituto é parte da mudança que desejamos ver na sociedade: mais da metade (55%) do quadro de colaboradores do Oi Futuro é formado por mulheres, e 77% dos cargos executivos do instituto – incluindo a presidência – são ocupados por mulheres.

“A intenção do Oi Futuro é impulsionar as mulheres individual e coletivamente, para que elas possam desenvolver suas próprias potencialidades e também transformar a vida de outras mulheres à sua volta. Dessa forma, esperamos impactar a sociedade, fomentando a equidade, a diversidade e a inclusão”, explica Sara Crosman, presidente do Instituto Oi Futuro.

No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher trazemos algumas mulheres inspiradoras que fizeram e fazem parte de iniciativas apoiadas pelo Oi Futuro que levantam mulheres para assumir, conquistar e ocupar seus espaços onde elas quiserem:

Jade Rainho, uma das selecionadas do edital MOVE_MT, é profissional do audiovisual responsável dedicada à produção de um documentário que narra sobre temas indígenas, direitos humanos e questões ambientais. Em sua produção, Jade busca amplificar os saberes e as vozes das mulheres indígenas, documentando sua luta pela preservação de sua cultura e da terra. Além disso, atua na formação de jovens mulheres em audiovisual, para que, assim como ela, outras produtoras possam dar voz a outras mulheres.

O MOVE_MT nasceu de parceria entre o Oi Futuro e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) e é voltado para empreendimentos criativos, de inovação e de impacto sociocultural no estado. Assim como Jade, Juliana Souza é uma das aceleradas pelo projeto. Mãe adolescente que busca atender todos os corpos em seu empreendimento, ela criou o Encontrei Lá Brechó – espaço que oferece peças plus size com estilo e boa qualidade para empoderar e elevar a autoestima das clientes. Por meio do reaproveitamento de roupas, Juliana estimula uma forma sustentável de consumo.

A DJ Kenya20Hz e a cantora Amanda Sarmento são duas das 300 profissionais identificadas como mulheres que já passaram pelo ASA. Além de DJ, Kenya é também performer, produtora musical, curadora, compositora e pesquisadora cultural em projetos audiovisuais – e ainda sobra tempo para estudar Sound Design na Escola de Teatro de São Paulo. Já Amanda é uma das novas vozes da música carioca. A cantora nascida em Cosmos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, já passou pelo teatro, pela discotecagem e também por corais de igrejas, mas foi no neosoul e no R&B onde se encontrou.

No ASA, ambas participaram de mentorias e capacitação para o desenvolvimento de carreiras e também o estabelecimento de redes internacionais de suporte e colaboração artística, com um intercâmbio com artistas do Reino Unido. Desenvolvido em parceria com o British Council, o Arte Sônica Amplificada está em sua terceira edição. Nas duas anteriores, já capacitou outras 300 mulheres brasileiras que trabalham na indústria da música e do som.

Foi por meio do programa de Educação do Oi Futuro que Thays Silva descobriu uma paixão que abriu portas no mercado de trabalho e mudou a sua vida. Em 2015, ela entrou como aluna do NAVE Recife, onde começou o Ensino Médio sem ter conhecimento de programação digital e tecnologia da informação. Ao longo dos anos de escola, acabou se apaixonando pela área. Hoje graduanda em Sistema de Informações, Thays é desenvolvedora back end: “Tudo isso graças ao NAVE”, afirma.

Há 15 anos, o NAVE faz a diferença na vida de alunas e professoras. Com formação técnica e integral em Multimídia e Programação de Jogos Digitais, as escolas do Núcleo Avançado em Educação no Recife e no Rio têm ensino voltado para o projeto de vida das jovens e as preparada para diversas áreas de atuação. A professora Maira Gouveia, que dá aula de Multimídia no NAVE Recife, é exemplo disso: doutoranda em design e graduada em Design de Moda, ela combina arte e tecnologia em suas aulas.

É assim –  com elas, para elas e por elas – que o Oi Futuro colabora, na prática e todos os dias, para novos futuros diversos, inclusivos e com mais igualdade de gênero. Acreditamos que isso só é possível com mulheres ocupando cada vez mais seus papéis de destaque na sociedade.

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