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Festival Oi Futuro: 10 aprendizados para o futuro pós-pandemia

28/07/2020

Festival Oi Futuro: 10 aprendizados para o futuro pós-pandemia

Na última quinta e sexta-feira, o Oi Futuro promoveu seu primeiro festival de inovação, o Festival Oi Futuro, que reuniu um time de líderes e pensadores que são referência nas suas áreas para debater os futuros pós-pandemia. Com apresentação de Gabriela Agustini e Silvana Bahia, do Olabi, o festival trouxe em seu primeiro dia um time de especialistas em áreas como transformação digital, inteligência artificial, diversidade, educação, design e ética. Entre os painelistas: Rodrigo Abreu, CEO da Oi; o futurista Tiago Mattos; o educador Silvio Meira; a antropóloga do design americana Martha Cotton; a empreendedora Nina Silva; a britânica Tonya Nelson, do Arts Council England; a pesquisadora Safiya Noble, da UCLA; e Sergio Branco, do ITS.

 

Nas mesas, vimos que, apesar das incertezas, temos um o futuro pós-pandemia cheio de possibilidades e é a chance de buscar construir um mundo mais humano e plural, com diversidade e inclusão. Nesse sentido, confirma a seguir 10 aprendizados deixados pelo Festival Oi Futuro:

1) A tecnologia é uma estrada de possibilidades, e não um trilho

Os avanços tecnológicos devem proporcionar escolhas e oportunidades, e não segregar ou limitar a vida de pessoas ou grupos. A tecnologia é o que fazemos dela: podemos utilizá-la para abrir caminhos para a diversidade e para ampliar a inclusão.

 2) Devemos falar de futuros, no plural: o futuro não é um só

O futuro tem múltiplos pontos de vista, pode ser visto de forma singular por cada pessoa.  Estudar uma visão única de futuro pode ser tão grave quanto não estudar nenhuma. Pensar em futuros nos permite enxergarmos possibilidades, contemplando novos interesses e perspectivas.

3) Trabalhar o futuro com menos “ou” e mais “e”

O futuro é o lugar para exorcizarmos falsos dilemas, como, por exemplo, a necessidade de escolher uma carreira em áreas de Humanas “ou” Exatas.  Por que não pensar em uma carreira que integre essas duas visões? A construção de futuros melhores começa quando abrimos mão dos “ous” e passamos a incluir os “es”, com visões somadas umas às outras.

4) Colaboração para vencer as crises

As discordâncias têm dividido e afastado as pessoas umas das outras. Precisamos entender que todos dependem uns dos outros. A interdependência é uma característica da humanidade e é necessária para a sobrevivência da espécie. A colaboração e empatia são fundamentais para vencermos as crises.

5) Pessoas no centro da transformação digital

A transformação digital requer centralidade nas pessoas. As organizações que tiverem uma maior flexibilidade e um entendimento de que o capital não está só ganho financeiro, mas também no propósito, vão conseguir se conectar melhor com as pessoas e gerar mais valor.

6) Para desenvolver produtos e serviços, é preciso contemplar o contexto de vida de cada pessoa

As pessoas são singulares e têm experiências de vida muito distintas. Cada vez mais, os consumidores vão exigir das organizações com os quais estão envolvidas que também enxerguem os humanos dessa forma mais plural. Para desenvolver produtos e serviços, precisamos ver as pessoas num contexto que dá sentido às suas vidas, e não pensar somente em termos de agrupamentos de público e índices demográficos.

7) Não há transformação digital sem reinvenção cultural

Nas organizações, a inovação não pode ser um projeto ou uma área específica, tem que estar integrada na estratégia na organização. A arte nos aponta diversos caminhos e exemplos de como incorporar a inovação e as novas tecnologias nos processos e estratégias.

8) Pensar a inteligência artificial como questão de direitos humanos

A educação deve mostrar que as tecnologias não são neutras. A nova geração de profissionais da tecnologia precisa entender que a inteligência artificial muitas vezes pode reproduzir padrões de discriminação. Temos oportunidade hoje de pensar como podemos contribuir para melhorar esse cenário. É importante pensar a inteligência artificial como uma questão de direitos humanos.

 

9) Desenvolver novas formas de medir o crescimento

Há uma tendência a repensar os indicadores de crescimento de países e organizações, passando a incluir uma visão humana e de bem-estar, e não considerando apenas dados e necessidades financeiras.

 

10) Educação para a conscientização sobre funcionamento das redes

A educação precisa trabalhar a consciência das pessoas a respeito dos mecanismos de funcionamento da internet, da inteligência artificial e das redes sociais, abordando temas como as fakenews, por exemplo. Cultivando uma percepção mais clara sobre os meios digitais, poderemos fazer escolhas mais responsáveis.

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