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O que rolou no Centro Cultural em 2022

19/12/2022

O que rolou no Centro Cultural em 2022

Residências artísticas internacionais, espetáculos interativos, obras imersivas, instalações sonoras, festivais, debates, prêmios, tecnologia e muita arte: colaborativa, digital, virtual, feita por mulheres, feita pela periferia, feita por brasileiros e estrangeiros, disruptivas, provocadoras, engajadas, questionadoras, reflexivas… Em 2022, o Centro Cultural Oi Futuro foi espaço de produção, encontro, conexão, compartilhamento e reverberação.

Começamos o ano com dois festivais: o  Levada produziu uma exposição imersiva de vídeos com a trajetória de uma década do festival; já o Multiplicidade 2022 trouxe ao Brasil pela primeira vez a instalação “Bloom”, de Maotik, obra interativa que rodou diversos países e reagia ao movimento e gestos do público criando imagens plasticamente impactantes.

No final de fevereiro, o Comunidade Ux ocupou o Oi Futuro inovando no formato, realizando, simultaneamente, expressões artísticas e ações de formação ligadas à arte digital para artistas emergentes de comunidades periféricas cariocas.

Para dar visibilidade às vozes femininas dentro do cenário artístico musical, o Festival Sounds & Talks, parceria com a Escola de Música e Negócios, promoveu, entre março e maio, um circuito de shows e palestras com grandes nomes que fazem e pensam a música como um instrumento de impacto e transformação social.

Em abril, entrou em cartaz a exposição 100 anos de Robôs, que contou com peças como o robô foca bebê Paro e uma coleção pessoal de 100 robôs de plástico do tipo ‘Mecha’, além da participação de artistas estrangeiros como Patrick Tresset e Dmitry Morozov. Ela dividiu espaço com a boneca BU! Mesclando realidade e ficção em um show de tecnologia, visuais e interatividade, a instalação cênica digital e interativa e o espetáculo teatral “BU trouxeram uma boneca inflável propondo uma reflexão sobre os arquétipos femininos da “beleza” e “perfeição”.

Em 2022, o nosso espaço teve o orgulho de sediar uma retrospectiva do desenho pelas sete décadas de carreira de Anna Bella nas artes visuais. A mostra ficou em cartaz em julho, com curadoria da própria artista.

Grande sucesso de público, o premiado espetáculo interativo da companhia britânica ZU-UK Encontro Romântico Binaural lotou nosso Centro Cultural com duas apresentações diárias em julho e agosto, e sessões extras de encerramento do projeto.Ao longo de 70min,  o público era guiado em uma jornada multissensorial atrás da experiência de um encontro perfeito.

Outras atrações nestes meses foram as residências artísticas internacionais como o Fábrica de Cores, estreia da dupla colombiana  Nueve Voltios no Rio de Janeiro, e o Amplify DAI,  com propostas convergentes de instalação audiovisual das artistas brasileiras, argentinas, canadenses e britânicas.  Já o Play Festival inseriu o Centro Cultural Oi Futuro em seu circuito pelas diferentes regiões do Rio com a mostra Se Essa Rua Fosse Minha.

O ano se encerra no Centro Cultural Oi Futuro com a Bienal de Arte Digital, que reúne mais de 60 artistas brasileiros e estrangeiros, além de 16 bolsistas do Comunidade UX. Em sua segunda edição, a Bienal mistura arte e tecnologia sob o tema “Condições de Existência”. Com entrada franca, a Bienal ocupa todas as galerias do Oi Futuro e fica em cartaz até 23 de janeiro de 2023. Para conhecer as obras e artistas da Bienal clique aqui.

 

TEATRO OI FUTURO

Após um longo período de recesso por conta da pandemia, o Teatro do Centro Cultural Oi Futuro reabriu as coxias em março com a peça infanto-juvenil  CORCUNDA – dueto para ator e catedral gótica, uma adaptação teatral do romance clássico de Victor Hugo, dirigida por Daniel Herz e protagonizada por Mauricio Grecco, ficando em cartaz com entrada franca até maio.

Os holofotes voltaram-se então para “Lugar de cabeça, Lugar de Corpo”, projeto de três coletivos independentes que se debruçam nos debates sobre saúde mental, relacionando-os com a arte em diferentes linguagens: instalações, performance de dança e intervenção cênica.

A família inteira foi convidada a voltar ao nosso teatro com “Meu Pai É um Homem Pássaro”, peça infanto-juvenil gratuita baseada na obra premiada do escritor inglês David Almond que ficou em cartaz durante todo o mês de ferias escolares, em julho.

Em agosto, a companhia franco-brasileira Cia. Dos à Deux estreiou seu espetáculo “Enquanto você voava, eu criava raízes”, que lotou o nosso teatro e emocionou o público com uma narrativa visual através de um oráculo dos sonhos formado por lentes cinematográficas e o movimento dos corpos que se fundiam e separavam-se explora os limites do espaço na jornada pelo renascimento.

Para encerrar a temporada teatral de 2022, Órfãos, sucesso na Broadway e encenada em dezenas de países, ganhou montagem inédita e levou para o palco uma fábula sobre a luta do homem pela sobrevivência, com Lucas Drumond, Rafael Queiroz e Ernani Moraes no elenco.

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